O HAITI É AQUI!!!!!

 

O Haiti é aqui!

  

O projeto “Alimente a Esperança. Ajude o Haiti” quer ser um momento forte dentro do Ano Arquidiocesano da Caridade, no Rio de Janeiro. Fazendo a ligação entre as celebrações do primeiro aniversário da Jornada Mundial da Juventude e a festa da Exaltação da Santa Cruz, é um forte convite à partilha e à gratuidade. O período é pequeno para uma proposta tão grande. São apenas 51 dias para se olhar em direção a uma realidade bem específica e, a partir dela, confirmar o compromisso cristão por todos os que sofrem, estejam onde estiverem.

 

A escolha do Haiti aconteceu tão rapidamente que é possível vê-la como indicação do Espírito à Igreja do Rio de Janeiro. Alguém comentou sobre um trabalho pastoral e caritativo feito naquele país, o assunto foi levado a uma reunião do governo arquidiocesano e, após breve descrição, ninguém mais tinha perguntas, não havia questionamentos. Todos desejavam apenas agir para chegarmos ao mínimo de dez toneladas de alimentos não perecíveis, com destaque para leite em pó, feijão, açúcar e fubá. Este será o gesto concreto dos cariocas no Ano da Caridade e em agradecimento ao grande dom da Jornada Mundial da Juventude.

 

Foram colocadas diante de nós inúmeras pontes para a prática do amor ao próximo. Temos a ação da Igreja, sempre presente junto àqueles irmãos sofridos do Haiti. Temos as condições necessárias para o transporte e a entrega garantida de tão grande quantidade de alimentos. Temos quem distribuirá aos efetivamente necessitados, fazendo, nessa distribuição, o milagre do multiplicar. Faltam apenas os alimentos. Assim como, na Jornada Mundial da Juventude, pudemos sentir a presença de Deus a nos conduzir, proteger e orientar. É inegável dizer que o Senhor nos convida a testemunhar a força do Evangelho, que não enxerga distâncias nem destaca dificuldades como motivo para não agir.

 

Igualmente rápida têm sido a aceitação e a vontade de participar, seja no nível individual, em que cada pessoa vai dizendo a conhecida frase “pode contar comigo”, seja no nível institucional, em que diversas entidades, em poucos dias, têm manifestado interesse em participar. Já foram marcadas reuniões e identificadas possíveis ramificações desse alimentar a esperança. Algumas instituições de ensino já se mostraram interessadas em participar, contribuindo, por exemplo, para uma conversa atualizada sobre as causas daquela situação.

 

Algumas pessoas perguntam o motivo de se ter escolhido o Haiti, um país distante. Ele é mais conhecido por causa do terremoto ocorrido em 2010, quando morreu tanta gente, inclusive a Dra. Zilda Arns, a brasileira que ali se encontrava exatamente para fortalecer o trabalho em prol da erradicação de uma tragédia tão grande quanto a fome. Também costumamos ouvir falar do Haiti por causa da atuação dos militares brasileiros, carinhosamente chamados pelos haitianos de bombagai, que, traduzindo, quer dizer gente boa ou bondosa, gente que pratica o bem. Fora isso, muito pouco ouvimos falar do Haiti. Por isso, as perguntas: por que o Haiti, se existe fome bem perto de nós? As dez toneladas vão acabar com a fome naquele país? Quem garante que os alimentos vão realmente chegar aos necessitados?

 

Estas e outras perguntas mostram que estamos interessados na proposta. Se não fosse assim, nem mesmo estas questões seriam apresentadas. O silêncio que brota dos corações congelados pela indiferença é pior que as dúvidas sobre a viabilidade ou o sucesso de uma proposta. É claro que temos fome ao nosso lado. O perigo consiste em nos acostumarmos a essa triste realidade e nem mais olhar para ela. O distante Haiti foi escolhido para que, através de um grito de socorro, vindo de tão longe e com tanta força, nos coloquemos em contínuo estado de missão e solidariedade junto aos que estão sofrendo, estejam onde estiverem.

 

Os cristãos não têm fronteiras porque o Evangelho não tem fronteiras. A família do cristão é o mundo inteiro. Todos são nossos irmãos e irmãs, independentemente de qualquer outra condição. Fome não tem nacionalidade. Fome não entende de geografia. Fome é tragédia crônica. Diante dela, não há brasileiro nem haitiano, intelectual ou de poucas letras, jovem ou idoso. Quando a fome chega, interrompem-se as digressões, amenizam-se os questionamentos e se unem as forças. A fome interpela nossa gratuidade.

 

É verdade que o Haiti é aqui, mas não apenas o aqui de nossa cidade, de nossas ruas ou, quem sabe, de nossas casas. O Haiti é inicialmente o aqui dos nossos corações, convidados, neste gesto concreto do Ano da Caridade e em agradecimento pela Jornada Mundial da Juventude, a ouvir o grito faminto que vem de longe. Se queremos olhar para aqui – e assim devemos também fazer –, precisamos começar olhando para o aqui bem dentro de nós, onde o amor de Deus quer e pode fazer tanto, mas também onde, se o pecado ingressa e faz morada, a indiferença de quem se acostumou a conviver com o sofrimento alheio simplesmente apaga a luz e vai dormir tranquila.

 

A meta de no mínimo dez toneladas nos desafia não apenas pela quantidade de alimentos a serem recolhidos. Estes alimentos querem ser a ponta de um conjunto de ações que saltam do imediato socorro ao olhar consciente a respeito das causas e das possibilidades de solução. Quer pensar, por exemplo, nos motivos de ainda existir fome diante de tanto avanço científico e tecnológico. Quer pensar sobre o sentido profundo dessa tal de globalização, que, no dizer do Papa Francisco, não pode ser a globalização da indiferença, porém da solidariedade. Quer perguntar ao mundo porque se investe tanto em armas, quando a Palavra de Deus convida a transformar as espadas em arados (cf Is. 2,4).

 

Quanta coisa podemos fazer para alimentar a esperança! São apenas 51 dias, mas somos ao redor de 6 milhões de cariocas. É só fazer a conta: um quilo de cada carioca. Temos nossas dificuldades e o orçamento costuma ser apertado. É só seguir o conselho que, no Ano da Caridade, a Igreja do Rio de Janeiro buscou no Evangelho: o jejum, prática sempre atual, de quem, por um dia, escolhe experimentar em si o que muitos experimentam todos os dias sem terem outra escolha a não ser, no caso do Haiti, o pó da terra para colocar no estômago.

 

Fonte: Monsenhor Joel Portella Amado

 

 

 

Papa aos evangélicos pentecostais: “O Espírito Santo faz a diversidade, mas também a unidade”

 

O Espírito Santo faz a diversidade, mas faz também a unidade na Igreja: foi o que disse o Papa Francisco durante o encontro da manhã desta segunda-feira na "Igreja Pentecostal da Reconciliação" em Caserta, sul da Itália, aonde foi encontrar o Pastor Giovanni Traettino, seu amigo dos tempos de Buenos Aires e que, como ele, há muitos anos trabalha em prol do ecumenismo.

 

Participaram do encontro cerca de 200 pessoas, em sua maioria pentecostais oriundos, além da Itália, dos EUA, Argentina e de outros países.

 

Foi um encontro muito bonito, familiar, entre o Papa Francisco e o pastor amigo, reunido com a sua comunidade. Comovido, Traettino saudou o Papa em meio aos aplausos afetuosos dos presentes:

 

"Caríssimo Papa Francisco, meu amado irmão, é grande nossa alegria por esta sua visita: uma grande e inesperada graça, impensável até pouco tempo atrás. E poderá ver isso nos olhos das crianças e dos anciãos, dos jovens e das famílias. Nós lhe queremos bem! E deve saber de uma coisa: também entre nós, evangélicos, temos muito afeto por sua pessoa e muitos de nós, todos os dias, rezamos por sua pessoa. Ademais, é muito fácil lhe querer bem. Muitos de nós acreditam, inclusive, que sua eleição a Bispo de Roma tenha sido obra do Espírito Santo".

 

O Pastor Traettino – que em 1º de junho passado participara do encontro do Papa no Estádio Olímpico de Roma com a Renovação Carismática – recordou o esforço de Francisco ao ir pela segunda vez a Caserta e afirmou: "Com homens como o senhor há esperança para nós cristãos!"

 

Em seguida, falou da unidade da Igreja fundada em Jesus Cristo. Disse que o centro da nossa vida é estar na presença de Jesus e que a fé é um encontro pessoal com Ele.

 

Por sua vez, o Papa falou da diversidade que não é divisão e recordou quem é que faz a unidade na Igreja:

 

"O Espírito Santo faz a diversidade na Igreja e essa diversidade é tão rica, muito bonita; mas, depois, o próprio Espírito Santo faz a unidade. E assim a Igreja é una na diversidade. E para usar uma palavra bela de um evangélico, que amo muito, uma diversidade reconciliada pelo Espírito Santo".

 

A unidade – observou ainda – não é uniformidade, porque "o Espírito Santo faz duas coisas: faz a diversidade dos carismas, e depois faz a harmonia dos carismas". O ecumenismo é justamente buscar que "essa diversidade seja mais harmonizada pelo Espírito Santo e se torne unidade".

 

O Pontífice pediu perdão, como pastor dos católicos, pelas leis emanadas no passado contra os protestantes, vez que estas tiveram apoio de católicos.

 

Em seguida, respondeu aos que ficaram surpresos pelo fato de o Papa ter ido visitar pentecostais. Na verdade, foi retribuir a visita que lhe haviam feito em Buenos Aires, disse ele mesmo:

 

"Alguém estará surpreso: 'O Papa foi visitar evangélicos!' Foi encontrar irmãos! – respondeu. Porque, na verdade, foram eles que vieram por primeiro me encontrar em Buenos Aires. E isso é um testemunho. Vieram e se aproximaram. E assim começou esta amizade, esta proximidade entre os pastores de Buenos Aires. E hoje aqui. Agradeço muito a vocês, peço que rezem por mim, preciso muito... para que ao menos eu seja melhor. Obrigado!”

Fonte: ArqRio

 

 

 

Formação para os Padres

 

 Nos dia 9 a 11 de setembro, no Sumaré

 

A Arquidiocese do Rio vai promover um seminário de formação sobre comunicação para os sacerdotes. As conferências e debates serão nos dias 9 a 11 de setembro, no Centro de Estudos do Sumaré, localizado na Estrada do Sumaré, 670, no Rio Comprido.

Está confirmada a participação do professor de dimensão econômica na Igreja, da Pontificia Univertsità dela Santa Croce, em Roma, Cristian Mendonza; o membro da equipe de representantes das Instituições Católicas de Ensino Superior junto ao Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, padre Gildasio Mendes dos Santos; o coordenador da Pós-graduação em Comunicação Social da PUC-Rio, professor Miguel Serpa Pereira, e o professor de Public Speaking e Media Training, da Pontificia Univertsità dela Santa Croce, em Roma, padre Sérgio Tapia Velasco.

Os sacerdotes que desejarem participar do seminário devem preencher a ficha de inscrição e enviar para a Coordenação Arquidiocesana de Pastoral. Mais informações pelo email coordenaçãopastoral@arquidiocese.org.br ou pelo telefone: 2292-3132.

fonte: Arq Rio

 

 

 

 

Papa Francisco: “a violência vence-se com a paz!”

 

Aos milhares de fiéis reunidos na Praça de S. Pedro para a oração mariana do Angelus o Papa, na sua reflexão neste XVI Domingo do Tempo comum, falou da parábola da boa semente e do joio, uma parábola que enfrenta o problema do mal no mundo pondo em evidência a paciência de Deus. A cena – explicou o Papa – tem lugar num campo onde o proprietário semeia o trigo mas numa noite chega o inimigo e semeia a cizânia. Os servos queriam arrancar imediatamente a erva daninha mas o proprietário disse que não, para que não suceda que, arrancado o joio se arranque também o trigo. E sobre o significado da parábola disse o Papa: O ensino da parábola é duplo. Antes de tudo, ela nos diz que o mal que existe no mundo não vem de Deus, mas do inimigo, o Maligno. Este inimigo é astuto: semeou o mal no meio do bem, de modo que é impossível para nós homens separá-los claramente; mas Deus, no fim dos tempos, poderá fazê-lo. O segundo tema, continuou o Papa é o da contraposição entre a impaciência dos servos e a espera paciente do proprietário do campo, que representa Deus. Nós por vezes temos pressa de julgar, classificar, colocar aqui os bons e para lá os maus … Mas Deus sabe esperar. Ele olha para o “campo” da vida de cada pessoa com paciência e misericórdia: ele vê muito melhor do que nós a sujeira e o mal, mas também vê os germes do bem e espera com confiança que amadureçam. Deus é paciente, sabe esperar. Para o Papa Francisco a atitude do proprietário é a da esperança fundada na certeza de que o mal não tem nem a primeira nem a última palavra. E é graças a esta esperança paciente de Deus que a própria cizânia se pode tornar, ao fim, bom trigo. Mas também advertiu: Mas cuidado: A paciência evangélica não é indiferença ao mal; não se pode fazer confusão entre o bem e o mal! Diante da cizânia presentes no mundo, o discípulo do Senhor é chamado a imitar a paciência de Deus, e a alimentar a esperança com o apoio de uma fé inabalável na vitória final do bem, que é Deus. No dia da colheita final, disse ainda o Papa, o juiz será Jesus, aquele que semeou a boa semente e se tornou ele mesmo o “grão de trigo”, que morreu e ressuscitou. E nós todos seremos julgados com a mesma medida com a qual teremos julgado os outros. E o Papa terminou invocando a Virgem Maria para que nos ajude a crescer na paciência, esperança e misericórdia. Depois do Angelus o Papa manifestou uma vez mais profunda preocupação pela situação dos cristãos no Iraque e Médio Oriente em geral: Soube com preocupação as notícias que chegam das comunidades cristãs em Mosul (Iraque) e outras partes do Médio Oriente, onde eles viveram desde o início do cristianismo, com os seus concidadãos, oferecendo um significativo contributo ao bem da sociedade. Hoje são perseguidos, os nossos irmãos, são mandados embora, devem deixar as suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. Asseguro a estas famílias e a estas pessoas a minha proximidade e a minha constante oração. Caríssimos irmãos e irmãs, tão perseguidos, eu sei quanto sofreis, eu sei que sois despidos de tudo, , estou convosco na fé naquele que venceu o mal. E a vós aqui na Praça, e a todos os que nos seguem … convido-vos a recordá-los na oração. Vos exorto também a perseverar na oração pelas situações de tensão e conflito que persistem em diversas partes do mundo, especialmente no Médio Oriente e na Ucrânia. Que o Deus da paz inspire em todos um autêntico desejo de diálogo e reconciliação. A violência não se vence com a violência. A violência vence-se com a paz! .

Fonte: ArqRio

  

 O que é pecado?

 

 O grande Agostinho de Hipona dizia que “o mal consiste em abusar do bem”, e ainda:

 

“O pecado é o motivo da tua tristeza. Deixa a santidade ser o motivo da tua alegria”.

  

O Catecismo começa dizendo que:

 

 “O pecado é uma falta contra a razão, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro, para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens”. (CIC §1849)

 

Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, viam-no como uma “desordem”, e diziam que é “uma palavra, um ato ou um desejo contra a lei eterna”. (Faust. 22; S.Th.1-2,71,6)

 

Ainda para Santo Agostinho ele é fruto do “amor de si mesmo até o desprezo de Deus”. (Civita Dei 14,21)

  

Jesus ensina que a raiz do pecado está no coração do homem:

 

“Com efeito, é do coração que procedem más inclinações, assassinatos, adultérios, prostituições, roubos, falsos testemunhos e difamações. São estas coisas que tornam o homem impuro”. (Mt 15,19-20)

 

Segundo a sua gravidade, a Igreja classifica os pecados em veniais e mortais, seguindo a sua própria Tradição.

 

O pecado mortal leva o pecador a perder o “estado de graça”, isto é, a “graça santificante”. O Catecismo afirma que:

 

“Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso”. (§1861)

 

O Catecismo ainda ensina que “o pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave da lei de Deus, desvia o homem de Deus, que é seu fim último e bem- aventurança, preferindo um bem inferior”.

  

São Tomás de Aquino assim explica:

 

“Quando a vontade se volta para uma coisa de per si contrária à caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, pelo seu próprio objeto, matéria para ser mortal… quer seja contra o amor a Deus, como a blasfêmia, o perjúrio, etc., ou contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério, etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus, e ao próximo, como por exemplo palavra ociosa…tais pecados são veniais”. (S. Th. 1,2,88,2; CIC §1856)

 

É bom notar que para haver o pecado mortal é preciso que a pessoa queira deliberadamente, isto é, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei de Deus e ao fim último do homem.

 

Portanto, para que haja pecado mortal deve haver pleno conhecimento e consentimento; e quem peca deve saber e deve ter consciência do caráter pecaminoso do ato a praticar, e de sua ofensa à Lei de Deus.

 

A ignorância involuntária, isto é, aquela que a pessoa não tem culpa, pode diminuir ou até eliminar a culpa diante de uma falta mesmo grave, mas é bom lembrar que Deus imprimiu nas consciências dos homens, a Lei natural, isto é, os princípios da moral. (cf. CIC §1860). A Igreja reconhece que os movimentos da sensibilidade da pessoa, bem como o mecanismo das paixões, as pressões exteriores, as perturbações patológicas, etc., em certos casos, podem, diminuir o caráter voluntário e  livre do pecado cometido, e consequentemente a sua culpa. (cf. CIC §1860)

  

O Catecismo lembra que:

 “O pecado por malícia, por opção deliberada do mal, é o mais grave”. (§1860)

 

Acontece a malícia quando há uma intenção maldosa, uma “exploração do mal”, por sagacidade, sátira, comércio, etc. É diferente o pecado daquele que sucumbiu por fraqueza, daquele que explorou o pecado. Por exemplo, é muito mais grave explorar a prostituição do que cair nela, eventualmente, por fraqueza, embora ambas as quedas sejam graves.

 

“É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente”. (§1857; RP,17)

 

“A matéria grave é precisada pelos dez mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: ‘Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe’ (Mc 10,19)”. (CIC §1858)

 

Portanto, a gravidade dos pecados pode ser maior ou menor conforme o dano provocado pelo mesmo. Também a qualidade da pessoa ofendida entra em consideração. Ofender ao pai é mais grave que ofender um estranho.

 

Santo Afonso de Ligório, doutor da Moral, diz que o “pecado mortal é um monstro tão horrível, que não pode entrar numa alma que por longo tempo o detestou, sem se fazer claramente conhecido”.

 

Dizia ainda o santo doutor que o pecado mortal é aquele que se comete de “olhos abertos”; isto é, sem dúvidas do mal que se está praticando.

 

O pecado venial acontece quando não se observa a lei moral em matéria leve, ou então quando se desobedece a lei moral em matéria grave, sem perfeito conhecimento ou consentimento (cf. CIC §1862). Não nos torna contrários a vontade de Deus e a sua amizade; não quebra a comunhão com Ele, e portanto, não priva da graça de Deus e do céu.

 

Contudo, não se deve descuidar dos pecados veniais, pois, eles enfraquecem a caridade, impede a alma de crescer na virtude, e, quando é aceito deliberadamente e fica sem arrependimento, leva a pessoa, pouco a pouco, ao pecado mortal.

 

Santo Agostinho lembra que “o acúmulo dos pequenos vícios traz consigo a desesperança da conversão”. “O homem não pode enquanto está na carne, evitar todos os pecados, pelo menos os pecados leves. Mas esses pecados que chamamos leves, não os consideres insignificantes: se os consideras insignificantes ao pesá-los, treme ao contá-los. Um grande número de objetos leves faz uma grande massa; um grande número de gotas enche um rio; um grande número de grãos faz um montão. Qual é então a nossa esperança? Antes de tudo a confissão…”.(Ep. Jo 1,6; CIC §1863)

 

Muitos perguntam o que é o pecado contra o Espírito Santo. A Igreja ensina que é o daquele que rejeita livremente acolher, pelo arrependimento, a misericórdia de Deus, “rejeita o perdão de seus pecados e a salvação oferecida pelo Espírito Santo”. É o endurecimento do coração, a tal ponto, que leva a pessoa a rejeitar até a penitência final. Se morrer neste triste estado, experimentará a perdição eterna. (cf. CIC §1864)

 

O pecado gera na pessoa uma tendência ao próprio pecado. Podemos dizer que quanto mais se peca, mais se está predisposto ao pecado. A repetição torna-se vício. E assim, nasce na pessoa a inclinação à perversão, obscurece-se a consciência, e vai se perdendo o discernimento entre o bem e o mal. Não foi sem razão que o Papa Paulo VI disse certa vez que, o pior pecado deste mundo é achar que o pecado não existe. A prática do pecado, continuamente, faz com que a pessoa perca a noção da sua gravidade. No entanto, por pior que seja, o pecado não consegue, de todo, “destruir o senso moral até a raiz”. (CIC §1864)

 

Diante de nossos pecados, não adianta se desesperar ou desanimar; a única atitude correta é enfrentá-los com boa disposição interior e com a graça de Deus. São Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja, dizia que não adianta ficar “pisando a própria alma”, depois de ter caído no pecado.

 

Até mesmo os nossos pecados, aceitos com humildade, podem nos ajudar a crescer espiritualmente. Santo Afonso de Ligório dizia:

 

“Mesmo os pecados cometidos podem concorrer para a nossa santificação na medida que a sua lembrança nos faz mais humildes, mais agradecidos às graças que Deus nos deu, depois de tantas ofensas”.

 Fonte: Arq Rio

 

 

 

 

 

 

PREPARAÇÃO PARA O CÍRIO DE NAZARÉ

PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO / COPACABANA

 

 

 Faça logo sua inscrição para receber a imagem de

Nossa Senhora de Nazaré na sua residência!!!!

Inscrições secretaria paroquial.

 

  

 

 PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE

NOSSA SENHORA APARECIDA 

 

 Venha e traga sua família!!!!! 

 

 

CAMPANHA DO AGASALHO E COBERTOR

 

  Os Vicentinos pedem a sua ajuda

para a Campanha dos Agasalhos e Cobertores deste ano

Ajude doe um agasalho ou cobertor!!!!!

 

   LANÇAMENTO DE CD

ROSA DAS ROSAS

     

 

RELÍQUIA DA BEATA IRMÃ

DULCE DOS POBRES

 

 

  

LEGIAO DE MARIA   

 

Venha conhecer e se apaixonar.

Estamos esperando por você!!!!! 

 

 

GRUPO DA COSTURA

 

 CINEPASCOM

CINEMA DA PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO

  

 

 

MISSA DO QUILO

 

  

 MACARRÃO DA SOLIDARIEDADE

   

 Sempre no segundo sábado de cada mês

Ponto de encontro às 19h no pátio do colégio Guido

(transferido para o dia 23 de agosto (sábado) às 19h) 

 

 

TERÇO NAS CASAS TRÍADE

 

 

 

Momento de oração em comunidade

Venha fazer parte deste Grupo!!!

 

  PÃO DE SANTO ANTÔNIO

 

 

 Responsável Sra. Elza

Todas às 3ª feiras na entrada lateral

próximo do elevador

 

 

 

 

 

 NIGHT FEVER

 

 Venha participar deste momento maravilhoso!!!!

Dia 06 de setembro às 20h

 

 

 ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO PARA JMJ 2016

 

 

 Os convites estão sendo vendidos na secretaria paroquial.

Compre logo o seu!!!!

 

 

PASTORAL DOS COROINHAS

 

 Maiores informações todo domingo

com a Glauciane ou com a Pascom

2ª andar da Paróquia

no horário da manhã

  

 OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

 

 

 

 

 

 

 

 

TERÇO DOS HOMENS

Toda 5ª feira às 19h

Venha rezar conosco!!!!!

 

PASTORAL DA SAÚDE

   

Venha participar você também desta Pastoral

Coordenação Arthur

 

 

 GRUPO TRÍADE

 

 

Você meu irmão que é jovem à mais tempo

Venha conhecer o Grupo Tríade.

Todo sábado às 18h30min

no 2ª andar da Igreja

Esperamos por você !!!!

 

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO

 

  Envie sua sugestão

para a Pascom da Paróquia

através do email

pascomsaopauloapostolorj@yahoo.com.br

 

 

 GRUPO JOVEM

 

Venha participar!!!

Reuniões todos os sábados às 18h

No 2ª andar da Igreja. 

 

 

PASTORAL DA CRISMA

 

Venha você também participar desta linda família

Jovens e adultos!!!

 

 PASTORAL DA CATEQUESE

 Deixai as criancinhas virem a mim e não as impeçais,

pois delas é o Reino de Deus. (Lucas 18, 15-17)

Paróquia São Paulo Apóstolo

Rua Barão de Ipanema n. 85 Coapacabana

 

 

PASTORAL DO ESPORTE 

 Estamos esperando por você!!!!!

 

 

 

 

 

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