PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO

(vide pag. site)

      

 

 

 

 

        

 

 

                                            

CNBB divulga mensagem sobre a Copa do Mundo

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que reúne a presidência e os presidentes dos regionais e das comissões da instituição, aprovou nesta quinta-feira, 13, mensagem sobre a Copa do Mundo, que terá início em junho, no Brasil.

No texto, intitulado “Jogando pela vida”, os bispos afirmam que “a Igreja no Brasil acompanha, com presença amorosa, materna e solidária, esse grande evento que reunirá vários países e protagonizará a oportunidade de um congraçamento universal”.

Ao mesmo tempo, manifestam solidariedade “com os que, por causa das obras da Copa, foram feridos em sua dignidade e visitados pela dor da perda de entes queridos”.

Os bispos convidam a sociedade brasileira a aderir ao projeto “Copa da Paz” e à Campanha “Jogando a favor da vida – denuncie o tráfico humano”, que têm a finalidade de colaborar para que o evento seja “lembrado como tempo de fortalecimento da cidadania”.

Leia o texto na íntegra:

Jogando pela vida
Mensagem da CNBB sobre a Copa do Mundo

Direito humano de especial valor, o esporte é necessário a uma vida saudável e não deve ser negligenciado por nenhum povo. De todos os esportes, o brasileiro nutre reconhecida paixão pelo futebol. Explicam-se, assim, a expectativa e a alegria com que a maioria dos brasileiros aguarda a Copa do Mundo que será realizada em nosso país, pela segunda vez.

Fiel à sua missão evangelizadora, a Igreja no Brasil acompanha, com presença amorosa, materna e solidária, esse grande evento que reunirá vários países e protagonizará a oportunidade de um congraçamento universal, “na alegria que o esporte pode trazer ao espírito humano, bem como os valores mais profundos que é capaz de nutrir”, como nos lembra o Papa Francisco.

Os brasileiros, identificados por sua hospitalidade e alegria, saberão acolher aqueles que, de todas as partes do mundo, virão ao nosso país por ocasião da Copa. Nossos visitantes terão a oportunidade de conhecer a riqueza cultural que marca nossa terra, sua gente, sua arte, sua religiosidade, seu patrimônio histórico e sua extraordinária diversidade ambiental.

A Copa se torna, portanto, ocasião para refletir com a sociedade sobre as relações pacíficas e culturais entre todos os povos, bem como sobre os aspectos sociais e econômicos que envolvem o esporte que é harmonia, desde que o dinheiro e o sucesso não prevaleçam como objeto final, conforme alerta o Papa Francisco.

Lamentamos que, na preparação para a Copa, esse último aspecto tenha prevalecido sobre os demais, motivando manifestações populares que acertadamente reivindicam a soberania do país, o respeito aos direitos dos mais vulneráveis e efetivas políticas públicas que eliminem a miséria, estanquem a violência e garantam vida com dignidade para todos. Solidarizamo-nos com os que, por causa das obras da Copa, foram feridos em sua dignidade e visitados pela dor da perda de entes queridos.

Não é possível aceitar que, por causa da Copa, famílias e comunidades inteiras tenham sido removidas para a construção de estádios e de outras obras estruturantes, numa clara violação do direito à moradia. Tampouco se pode admitir que a Copa aprofunde as desigualdades urbanas e a degradação ambiental e justifique a instauração progressiva de uma institucionalidade de exceção, mediante decretos, medidas provisórias, portarias e resoluções.

O sucesso da Copa do Mundo não se medirá pelos valores que injetará na economia local ou pelos lucros que proporcionará aos seus patrocinadores. Seu êxito estará na garantia de segurança para todos sem o uso da violência, no respeito ao direito às pacíficas manifestações de rua, na criação de mecanismos que impeçam o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, sobretudo, de pessoas socialmente vulneráveis e combatam eficazmente o racismo e a violência.

A sociedade brasileira é convidada a aderir ao projeto “Copa da Paz” e à Campanha “Jogando a favor da vida – denuncie o tráfico humano”. Seu objetivo é contribuir para que a Copa do Mundo em nosso país seja lembrada como tempo de fortalecimento da cidadania. Por meio destas iniciativas, a Igreja se faz presente na vida política e social do país, cumprindo sua missão evangelizadora. Ao mesmo tempo, conclamamos as Dioceses em cujo território estão localizadas as cidades-sede da Copa a oferecerem especial atenção religiosa aos seus diocesanos e aos visitantes.

O jogo vai começar e o Brasil se torna, nesse momento, um imenso campo, sem arquibancadas ou camarotes. Somos convocados para formar um único time, no qual todos seremos titulares para o jogo da vida que não admite espectadores. Avançando na mesma direção, marcaremos o gol da vitória sobre tudo que se opõe ao bem maior que Deus nos deu: a vida. Essa é a “coroa incorruptível” (1Cor 9,25) que buscamos e que queremos receber ao final da Copa. Então, seremos todos vencedores!

Que a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, nos agracie com sua bênção e proteção neste tempo de fraternidade e congraçamento entre os povos

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Fonte:  CNBB

 

     

 

O ESCAPULÁRIO

 

A origem do escapulário O escapulário é muito utilizado pelos cristãos, tanto como ornamento como também pedir proteção e mostrar devoção. Sua popularidade contribuiu para que o mercado desenvolvesse o acessório – que é uma espécie de colar – de diversos tamanhos, formatos e cores. Tradicionalmente, o escapulário é um cordão com uma pequena medalha plástica quadrada de cada lado, para ser usada no peito e nas costas, com a imagem de Maria e Jesus Cristo. Pode também conter a imagem de outros santos. Como qualquer objeto tradicional cristão que inspira proteção, o escapulário também tem uma história por trás de sua origem. Segundo a Bíblia, no século XI, um grupo que desejava seguir os ensinamentos de Jesus se reuniu no Monte Carmelo, em Israel. Lá, ergueram uma capela em honra a Nossa Senhora e fundaram os carmelitas – Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo. Os anos se passaram e os carmelitas se mudaram para a Europa e passavam grandes dificuldades. Foi quando, em um convento de Cambridge, na Inglaterra, S. Simão pediu em oração que Nossa Senhora enviasse um sinal de proteção que fosse visível aos inimigos. Assim, ele recebeu um escapulário com a seguinte promessa: “Recebe, filho amado, este escapulário. Todo o que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno”.Desde então o uso do escapulário foi se espalhando ao redor do mundo, conquistando geração a geração e perdura até os tempos de hoje. E você, que santo leva em seu escapulário?

Fonte: Portal A12/Jovens de Maria

 

 

 

 

 Por que sofremos?

A Via Sacra de hoje

 Um olhar sobre o nosso mundo leva-nos à conclusão de que os homens e as mulheres de nosso tempo percorrem uma grande Via Sacra, com muito mais estações do que as tradicionais. A Via Sacra clássica, você conhece: tem catorze estações, que reproduzem e atualizam alguns momentos significativos da Paixão de Cristo, desde sua condenação à morte até seu sepultamento. Em nosso tempo, o sofrimento está por toda parte: no Oriente Médio, com seus milhões de refugiados; na Europa, com seus imigrantes vivendo em permanente insegurança; no Nordeste brasileiro, que periodicamente sofre as consequências da seca. Se, percorrendo uma rua de nossa cidade – qualquer rua –, batermos de porta em porta, o que constataremos? Que muitas de nossas casas são também estações da Via Sacra. Mesmo entre os nossos conhecidos, quem não tem alguma história para contar, marcada pelo sofrimento? Basta perguntar a qualquer pessoa se tem algum problema e logo ela nos conta uma longa e dolorosa história. O que a fé nos diz a esse respeito? Na Bíblia não há grandes explicações sobre o sofrimento. Há, sim, uma série de pessoas que são atingidas por ele e que dão sua resposta concreta. Nem Jesus discorreu sobre o sentido da dor. Mas agiu, quando se deparou com ela: curou cegos e aleijados; falou a respeito do Bom Samaritano, que socorreu um ferido à beira da estrada, e sobre a necessidade de tomarmos a cruz; restituiu a alegria a uma viúva que chorava a perda do filho e deu esperança a uma pecadora que queriam apedrejar; convidou os aflitos a procurá-lo e prometeu aliviar a dor dos que lhe entregassem seus problemas. Por que a humanidade sofre? À luz da fé, a resposta é: porque não coloca nas mãos do Senhor suas dores e, também, porque não aprende a reparti-la com ele. Alguém poderia perguntar-me: mas, fazendo isso, os sofrimentos desaparecerão? E a fome? E as injustiças? Muitas vezes imaginamos e desejamos um Senhor que esteja a nosso serviço e que se adapte a nossos gostos. O que Jesus Cristo nos propõe é diferente: ele quer que entremos em seu coração, para que aprendamos a ser como ele é. Ele foi tudo para todos. Passou a vida repartindo: repartiu sua filiação divina, dando-nos a possibilidade de sermos filhos de seu Pai; partilhou conosco seus segredos; dividiu com os homens o seu jeito de rezar e de ver as pessoas, sua alegria e seus dons e, como síntese desse seu jeito de ser e agir, deixou-nos sua presença na Eucaristia. Voltemos a percorrer as estações da Via Sacra. Há os que, diante do sofrimento, se consolam: “É vontade de Deus!” Que imagem de Deus tais pessoas trazem no coração! Poderia agradar a Deus o sofrimento de seus filhos? Não! Nós é que nos refugiamos em desculpas para continuar instalados em nosso egoísmo e apegados aos nossos bens, aos nossos títulos, ao nosso conforto e às nossas ideias. Você já imaginou o mundo que surgiria se, um dia, todos, ao se acordarem pela manhã, tomassem a decisão de repartir seus talentos, seu tempo, seu amor e seu dinheiro? Se todos perdoassem de coração a quem os ofendeu? Quanta paz surgiria repentinamente! Se estivéssemos atentos aos necessitados, quantos gestos de amor se multiplicariam! Se praticássemos a justiça em nossa empresa, quantas pessoas seriam beneficiadas! Se… se…Não, Deus não quer o sofrimento. As estações da Via Sacra não são obras dele, mas nossas. Se tirarmos do mundo o sofrimento causado pelo coração humano – um coração tantas vezes cheio de ódio, de ganância, de sensualidade, de apego ao poder etc. –, o que sobraria? Sobraria aquilo que é do Senhor: a alegria, a paz, a bondade, o perdão, a fidelidade etc. Por isso, se colocarmos em prática seus ensinamentos, o mundo se transformará numa imensa mesa, em torno da qual todos se sentarão. Haverá pão para todos; haverá mãos unidas; haverá sorriso nos lábios. Esse é o mundo desejado por Deus. Assim é o seu reino. Nisso se resume o sonho que tem para nós, seus filhos. Por que será que nos custa tanto aceitar o Evangelho e entrar nesse reino?…

 Fonte:Por Dom Murilo S.R. Krieger, scj – Arcebispo da Bahia, Primaz do Brasil

   

  Desapego

  Não é fácil enfrentar um tempo marcado por propostas estimulantes de consumismo e com requinte de esbanjamento. A questão é tão grave que chega até a provocar desequilíbrio social, complicando a vida de muitas pessoas em condições financeiras desconfortáveis. Há uma insaciável febre de compras, induzida pela força e pertinência da mídia. Seria saudável se todas as pessoas tivessem o necessário para o próprio consumo, mas com capacidade também para certas renúncias, concretizando uma vida de desapego e capacidade de partilha fraterna. Apego exagerado a determinadas riquezas pode denotar sintoma de injustiça, de incapacidade para viver em comunidade e de enxergar o vazio na vida de muitos outros. Não encarar o desapego de forma concreta pode levar o rico a ficar cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. Com isto aumenta o fosso existente entre uma classe social e outra, ocasionando uma sociedade que experimenta “na pele” o mundo da violência, do inconformismo e da insegurança. Com isto, sofrem os ricos e os pobres e toda a sociedade com eles. Existem administradores desonestos e inescrupulosos, agindo de forma escandalosa e injusta com todos. É uma esperteza que clama aos céus, provocando a ameaça e o confronto da justiça. Sabemos que, quem pratica o mal, mais cedo ou mais tarde, poderá sofrer as consequências. A injustiça, em muitos casos, é percebida por quem de direito que, às vezes, toma providências. É importante agir com inteligência diante dos bens que o mundo coloca à nossa disposição. São repugnantes as fraudes que se cometem na administração pública e nos atos privados, deixando transparecer apego a realidades que pertencem a outros. Diz o Mestre Jesus que os filhos das trevas são muito espertos. O desapego faz as pessoas serem ricas diante de Deus, porque a vida do mundo passa e tudo fica por aí. A grande riqueza é a vida em todas as suas dimensões, na integridade e gratuidade diante da natureza e do Criador. A riqueza pode criar vazio, porque ela é passageira.

 Fonte: Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba 

Salmo 86 (87) Salmo de Maria, nossa mãe Salmo 86 (87)

Desde jovem aprendi que este salmo era profético e falava de Nossa Senhora. Por isso o aprecio demais. Depois compreendi que ele também fala sobre a Igreja. Seu ponto alto, para mim, são os últimos versículos, quando rezamos: “O próprio Deus, o Altíssimo a constituiu como Mãe” (v.5), ”Em Sião eles nasceram” (v.6), “Por isso, todos dançando ao som das músicas, felizes cantarão: nascemos em ti Sião!” (v 7). Falando de Sião ou da Jerusalém do Alto, o Salmo indica de maneira admirável duas Mães super querida: a Igreja e Maria. E referindo-se ao amor de Deus por Sião ou a Jerusalém do Alto o salmista nos revela o grande amor de Deus por Maria e pela Igreja: “O Senhor ama a cidade que fundou no monte santo. Ele ama Sião mais que qualquer outra cidade do mundo” (v 2). Sião e Jerusalém são símbolos ou imagens da Igreja e de Maria. Por isso eu recebo deste salmo um ensinamento muito importante: A Igreja e Maria são minhas Mães e merecem todo o meu amor. Amando a Igreja e Nossa Senhora eu estou imitando o próprio Deus, que de tantos modos nos testemunha esse mesmo amor. Mas eu não estou sozinho. Todos os cristãos, igualmente, são filhos de Maria e da Igreja. Portanto quero me unir a todos os que são meus irmãos na Igreja e em Maria, para rezar e cantar com o salmo: Somos todos felizes e dançando cantamos com alegria: Obrigado, Senhor, pelas Mães maravilhosas que nos destes. A vós pedimos, Senhor Deus, ajudai-nos a crescer no amor por Maria e para com a Igreja. E a vós, Maria, primeira e mais perfeita cristã, pedimos que nos ensineis a ser membros santos desta Mãe Igreja. Ajudai-nos a atrair mais pessoas para viverem esta alegria de serem seus filhos e, juntos, seguirmos convosco o nosso Mestre e Salvador, Jesus Cristo.

Fonte Dom José Maria Maimone, SAC – 1º Bispo de Umuarama – Paraná

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 MACARRÃO DA SOLIDARIEDADE

Sempre no segundo sábado de cada mês

Ponto de encontro às 19h no pátio do colégio Guido 

(O próximo será no dia 10 de maio (sábado) às 19h)

 

                           

 MISSA DO QUILO

 

 

Sempre no 4º domingo de cada mês

Colocar no cesto que fica no altar da Divina Providência 

 

 

GRUPO DE PARTILHA TRÍADE

Maiores informações Agda ou Fred

Sábado às 18h no segundo andar da paróquia

 

 

 

 

       

  CELEBRAÇÃO LITÚRGICA

OFICIO DE TREVAS

  

 

 

 Traga sua família para este momento de profunda reflexão!!!

Dia 16 de abril às 19h

 

 

 VISITAÇÃO COM BENÇÃO DO LAR

   

 

 Faça sua inscrição na secretaria Paroquial

 

   

VIA SACRA NA COMUNIDADE

 

Esperamos por vocês!!!!

Venha participar conosco!!! 

dia 19 de abril às 09h

local: início na porta da Igreja

 

  

VENHA SER COROINHA

 

  

INFORMAÇÕES GLAUCIANE

TODO DOMINGO NA SALA DA PASCOM

 

  

OFICINAS DE ORAÇÃO E VIDA

 

 

  Início 18 de fevereiro(3ª feira) no 2ª andar

No horário das 09h ás 11h

Esperamos por vocês!!!!

Maiores informações

Sra. Marisa Tel. 2235-7790

 

 

CRISMA DE JOVENS E ADULTOS 

  


Já se encontram abertas as inscrições para a confirmação do batismo "Crisma". Faça sua inscrição na secretaria paroquial ou na sala da Pascom/Batismo no 2ª andar sempre no domingo de 10h as 12h. Rua Barão de Ipanema nº 85 - Copacabana RJ

 

 

PÃO  DE SANTO ANTÔNIO

 

 MAIORES INFORMAÇÕES DONA ELZA

 

   

LIVRO: A VIDA DE FRANCISCO - O PAPA DO POVO

 

 

É a primeira biografia escrita e publicada que revela toda a trajetória do primeiro pontíficie latino-americano. O livro narra a vida do homem comum, de hábitos simples e austeros, que nunca se distanciou dos afazeres corriqueiros como preparar as próprias refeições e utilizar o transporte público. e que hoje tem em suas mãos os designios de uma instituição com dois mil anos de história. O Livro pode ser adquirido na secretaria paroquial por apenas R$ 15,00.  

 

 

 LIVRO: PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO NO BRASIL

 

 

 É um livro contendo os discursos e as homilias do Papa proferidos no Brasil por ocasião da JMJ Rio 2013.

 

 EXORTAÇÃO APOSTÓLICA EVANGELLI GAUDIUM 

A alegria do evangelho  

 

 

 

 Evangelii gaudium - A alegria do Evangelho - é a primeira Exortação Apostólica do pontificado de Papa Francisco. Trata do anúncio do Evangelho no mundo atual. Nesta obra o Papa se refere amplamente à alegria, sobretudo a alegria que vem do encontro com o Senhor. O Documento está organizado em cinco capítulos: a transformação missionária da Igreja, a crise do compromisso comunitário, o anúncio do Evangelho, a dimensão social da evangelização, evangelizadores com espírito. Resgata as dimensões de participação e de colegialidade proposta pelo Vaticano II, apontando para a necessidade de uma descentralização da Igreja. Podemos sintetizar com as palavras do próprio Papa a temática abordada na Exortação: "Escolhi propor algumas diretrizes que possam encorajar e orientar, em toda a Igreja, uma nova etapa evangelizadora, cheia de ardor e dinamismo. [...] decidi, entre outros temas, me deter amplamente sobre as seguintes questões: a) A reforma da Igreja em saída missionária; b) As tentações dos agentes pastorais; c) A Igreja vista como a totalidade do povo de Deus que evangeliza; d) A homilia e a sua preparação; e) A inclusão social dos pobres; f) A paz e o diálogo social; g) As motivações espirituais para o compromisso missionário" (n. 17).

 

 

BÍBLIA CATÓLICA DO JOVEM

 

 

Com o texto já conhecido da Bíblia Ave-Maria, a Bíblia Católica do Jovem proporcionará a compreensão e vivência dos aspectos essenciais da Sagrada Escritura. Ela vem com capa comemorativa à Jornada Mundial da Juventude - Rio 2013 e contém mais de 70 introduções, 850 comentários, 250 ilustrações e muito mais para o jovem viver a Palavra de Deus.

Fonte: editoraavemaria

 

LIVRO "SANTOS DE CALÇA JEANS"


Santidade não está relacionada a realizar fatos homéricos ou viver em eterna penitência. Santidade é viver a Verdade e o Amor de Cristo no nosso dia a dia, tendo a Palavra do Senhor como bússola em nosso caminhar. Podemos ser Santos na faculdade, na academia, nas reuniões com nossos amigos ou nos sites de relacionamento na Internet.

O tempo presente urge por Santos que saibam curtir a vida e aproveitar as coisas boas que o mundo tem para nos oferecer, mas sem ser mundanos. Nesta obra, Adriano Gonçalves nos mostra que santidade está ao alcance de todos, inclusive dos jovens, que são desafiados a viver esta santidade sem perder a juventude, tornando-se a geração Santos de Calça Jeans.

 

 

Chamado também de Youcat (abreviação de Youth Catechism), o Catecismo Jovem da Igreja Católica chega às mãos dos leitores brasileiros. A obra tem a mesma proposta do “Catecismo da Igreja Católica”, sendo a linguagem e o projeto gráfico seu maior diferencial. Estruturado em perguntas e respostas, o livro é dividido em quatro partes ("Em que Cremos", "Como Celebramos?", "A Vida em Cristo" e "Como Devemos Orar") e foi desenvolvido por um número considerável de padres, teólogos e professores de religião para apresentar a mensagem e a doutrina da Igreja em linguagem jovem e acessível. O Youcat vem atender a vontade dos muitos jovens que, inspirados e entusiasmados pela dinâmica das Jornadas Mundiais da Juventude, pediram um Catecismo que lhes falasse diretamente.

 

Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!

 

Corinto era uma importante e próspera cidade marítima grega, onde se cruzavam negociantes do Oriente e do Ocidente. A cidade tinha péssima fama, pois nela havia um templo dedicado à deusa Afrodite, cultuada pela prática da prostituição.

 

Percebendo a importância dessa cidade para a expansão do Evangelho, o apóstolo Paulo a visitou no ano 50 ou 51, em sua segunda viagem apostólica. Fundou ali uma comunidade, passando a se corresponder com ela.

 

Estudiosos da Bíblia concluíram que ele provavelmente tenha escrito cinco cartas para os coríntios, das quais conhecemos apenas duas. Dadas as suas novas convicções, Paulo não era bem aceito pelos judeus que ali viviam; eles não aceitavam o fato de o apóstolo não valorizar a observância de práticas legalistas e não dar destaque à sua origem judaica.

 

Como a comunidade que ele ali formara enfrentava muitos desafios, Paulo escrevia-lhe para defendê-la, animá-la e também adverti-la quanto a algum deslize. Além disso, procurava justificar sua pregação, esclarecendo que não agia levado por algum interesse próprio, mas unicamente impulsionado pelo amor de Cristo (cf. 2Cor 5,14).

 

Há os que se perguntam: quando Paulo se referia ao amor de Cristo, afirmando que se sentia impulsionado por ele, referia-se ao seu amor por Cristo ou ao amor de Cristo por ele? É preciso entender sua afirmação nos dois sentidos, uma vez que o amor de Jesus por ele gerava seu amor por Cristo.

 

O amor de Deus é sempre o ponto inicial: Ele não nos ama porque somos bons; nos ama porque Ele é bom e é próprio do amor expandir-se. Nosso amor por Deus e pelo próximo é uma resposta a esse amor. Em outras palavras: nós amamos com o amor que Cristo coloca em nosso coração. Esse amor nos pressiona, nos compele, nos impele, nos estimula a amar, dando origem a gestos de doação para com amigos e conhecidos, para com desconhecidos e necessitados.

 

Ao seguir Jesus descobrimos que é o rosto de Cristo que está presente no rosto de cada pessoa. Tendo feito a experiência do amor de Cristo por ele (“Ele me amou e se entregou por mim” – Gl 2,20), Paulo sentia necessidade irresistível de levar a outros a experiência que ele próprio havia feito, a ponto de exclamar: “Ai de mim se eu não anunciar o evangelho” (1Cor 9,16).

 

Diante da urgência da missão evangelizadora, ele aceitava enfrentar prisões e perseguições, fome, nudez e calúnias. Para ele, o importante era que Cristo fosse conhecido, amado e seguido.

 

É pedida aos cristãos de hoje a coragem de Paulo, mesmo porque surgiram no mundo novos “areópagos” (cf. At 17,19) – isto é, ambientes hostis ao Evangelho, onde Cristo está particularmente ausente. Pensemos, por exemplo, no mundo das comunicações, no da cultura e no das pesquisas científicas, no ambiente das universidades e das relações internacionais… Esses, e muitos outros ambientes, precisam ser iluminados pela luz do Evangelho.

 

Cristo nos dê, pois, um coração cheio de ardor apostólico, capaz de evangelizar com novos métodos. É necessário empregarmos nossa imaginação e criatividade para que o Evangelho chegue a todos, numa linguagem que atinja o homem moderno.

 

Em outras palavras, cabe-nos anunciar Jesus Cristo e convidar o povo a converter-se; formar comunidades que escutem a Palavra de Deus e estejam unidas na oração e na Eucaristia; cabe-nos, também, lembrar a todos que a evangelização é tanto um compromisso pessoal, já que somos batizados, como comunitário: “Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).

 

“Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16). Paulo tinha convicção de que Cristo é o único salvador de todos; o único capaz de nos revelar e de nos conduzir a Deus. Tinha consciência, também, de que nele o Pai se revelou de forma definitiva, deu-se a conhecer de modo pleno, disse à humanidade quem é e o que deseja de nós. Por isso, anunciá-lo era a razão de ser de sua vida. Não deve ser essa, também, a razão de ser da nossa vida, já que somos os atuais discípulos missionários?…

 

Fonte: Dom Murilo S.R. Krieger, scj – Arcebispo de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil

 

 

 

Respeito e amor

Valorizar os idosos

No dia 1° de outubro comemoramos os 10 anos do Estatuto do Idoso. Muita coisa tem melhorado para os idosos neste período, apesar de ainda existir muito a ser feito. Talvez o maior desafio seja justamente o de colocar em prática aquilo que está na Lei, uma vez que o Estatuto é muito bom. Além disso, todos sabemos que se não existir sentimento de humanidade e amor para com os idosos, o Estatuto também não vai conseguir lhes dar vida boa e feliz, porque a letra, por si só, não muda relacionamentos e atitudes. Na conferência de Aparecida em 2007, os bispos disseram que “o respeito e gratidão dos anciãos deve ser testemunhado em primeiro lugar por sua própria família. A Palavra de Deus nos desafia de muitas maneiras a respeitar e valorizar os mais idosos e anciãos. Convida-nos, inclusive, a aprender deles com gratidão e acompanhá-los em sua solidão e fragilidade” (n. 448). Mais adiante, o documento lembra que “muitos de nossos idosos gastaram a vida pelo bem de sua família e da comunidade, a partir de seu lugar e vocação. Muitos, por seu testemunho e obras, são verdadeiros discípulos missionários de Jesus”. Por isso, “a família não deve olhar só as dificuldades que traz a convivência com eles ou o ter que atendê-los. A sociedade não pode considerá-los como peso ou carga” (449). O Papa Francisco, na saudação aos avós quando da sua estada no Rio de Janeiro, ressaltava o seu valor “na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade”. E testemunhava “como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família”.Todos nós somos testemunhas da beleza de uma família onde filhos e netos convivem harmoniosamente com os pais e avós já idosos. E, de outro lado, muitos também conhecemos famílias onde os idosos são vistos como estorvo para filhos e netos, sendo que, em algumas existe a expectativa da sua morte para que os filhos possam usufruir da herança “dos velhos”. Conheço também famílias onde os valores dos idosos são menosprezados e ridicularizados. Algumas, inclusive, chegam ao extremo de eliminar as imagens de santos que serviam para alimentar a devoção dos pais e avós, mostrando, com isso, um total desrespeito para o sentimento dos pais. Em outras famílias, os idosos se queixam da falta de alguém que os leve até uma Igreja para que possam participar das celebrações comunitárias que sempre lhes foram muito caras. Que as comemorações dos 10 anos de assinatura do Estatuto do Idoso motivem uma reflexão mais profunda sobre a situação dos idosos na sociedade e na família. Aproveitemos para revisar o cumprimento da Lei, mas também para revisar o amor e respeito para com os idosos em todas as instâncias da vida. A Lei, que é boa, deve ser cumprida. Mas pessoas que tem amor no coração, irão se empenhar para ultrapassar a letra da Lei e dar aos idosos uma velhice mais saudável e harmoniosa, com total respeito aos seus valores.

Fonte: Dom Canísio Klaus – Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

  

 

 

 

A Jornada Mundial da Juventude superou todas as expectativas, graças a Deus e a você. Foi um evento enorme, cheio de fé, esperança e renovação, mas que demandou grande sacrifício. Por isso precisamos da sua a ajuda para quitar os últimos investimentos da Jornada e continuarmos com a missão de renovação da fé e esperança aos jovens que são o presente e o futuro. Faça sua doação!!! 

 

 

 

 

Faça sua Doação JMJ

 

 

 

 

 

A esperança

 A esperança é uma marca indelével em nosso coração, que nos leva a aspirar por felicidade, dando sentido verdadeiro para a vida. Não ter esperança é perder o sentido da vida e corroer a essência do existir com as atitudes do desespero. O desânimo pode endurecer nossos sentimentos e é um caminho seguro para terminar no desastre da vida, que pode chegar até o suicídio. A oração é a força para quem busca fortalecer sua esperança em Deus, indicando relacionamento com o Altíssimo. Acontece aí uma retomada de ânimo, de objetivos e de visão confiante no futuro. Espera quem insiste, como alguém que pleiteia direitos diante do juiz, conseguindo convencê-lo através da pertinência, da insistência e de cobrança. Como anda a esperança do brasileiro. O envolvimento com a cultura do desespero é constante. A violência por todos os lados reflete insegurança. E o momento dos conchavos políticos revela futuro promissor, ou a história vai ser sempre a mesma? Será que podemos esperar por um país mais humano, digno e de confiança? Não podemos prender os olhos nas tragédias da vida. Cada desgraça pode causar desânimo e desestímulo para a pessoa agir. Mesmo assim é importante contemplar a beleza da vida que enfrenta os desafios da esperança. É fundamental o desejo de continuar defendendo a vida na sua plenitude. A esperança deve dar sabor para a vida, coragem para a luta e determinação para vencer. Perder a capacidade de sonhar é não entender as palavras de Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5, 5). Não é qualquer esperança, como aquela só de ilusões e falsas promessas, mas que seja fundamentada nos princípios da vida. A verdadeira esperança vem de Deus, daquele que pode fazer das realidades inseguras um caminho de realização plena, ainda na terra, e a dimensão da eternidade feliz. Essa esperança cresce na medida de nossa confiança em Deus e na realização de seu projeto de vida na terra. Na eternidade não haverá mais esperança, porque a vida será toda no amor total de Deus.

Fonte:  Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba

 

Educar nos dias de hoje

Um filhote de leão precisa aprender poucas coisas de sua mãe, para se tornar um animal adulto bem sucedido: saber como atacar uma caça, de que jeito se defender dos perigos, como conviver com os da sua espécie. Já o homem é o mais complexo dos animais para aprender. Ao nascer nada sabe a não ser mamar. E seu aprendizado não se restringe a um poucos pontos iniciais. Para sobreviver e desenvolver suas enormes potencialidades, é obrigado a acrescentar conhecimentos novos e adaptar hábitos diferentes, para se tornar uma pessoa adulta, plenamente desenvolvida. Isso é tarefa permanente. E o mais difícil é que a educação precisa ser diferenciada, de acordo com as épocas novas que vão se sucedendo. Tempos houve em que uma oportuna chinelada punha a caminhada no rumo certo. Hoje tal expediente pode produzir efeitos contrários. Deve-se fixar que educação não se refere somente ao âmbito escolar. Mas se refere à família, à convivência social, à autoeducação. Poderíamos questionar a moderna educação, especialmente a praticada no Brasil, por alguns sintomas. Cito alguns. 1 – Nas instituições escolares, inúmeras vezes, a professora, em vez de ser centro de agradecimentos e ser considerada benfeitora, é maltratada, hostilizada, e não poucas vezes, morta. 2 – Numa postura de Santa Joana D’Arc sem causa, muitas mulheres engrossam as fileiras de assaltantes de Banco, assassinas covardes de cidadãos pacatos, só para obterem economias para a aquisição de drogas. 3 – Em vez de se canalizar as energias sexuais para o equilíbrio da vida familiar, faz-se a apologia oficial do sexo anárquico, com estímulo oficial para considerá-lo o grande objetivo da vida. 4 – O número de assaltos cruéis, de mortes de inocentes, de maus tratos contra o semelhante está numa espiral ascendente de fim imprevisível. 5 – O Deus Criador nem é lembrado nas grandes descobertas (p.ex. bóson de Higgs). É lembrado apenas quem descobriu, mas não quem criou. 6 – Muitos jovens de hoje, católicos, não casam mais na Igreja. Seria a porta aberta para novas uniões? Os outros noventa sintomas da educação incompleta os silencio. Mas é bom lembrarmos as Escrituras: “ocupem-se de tudo o que é verdadeiro, nobre, virtuoso ou que mereça louvor” (Fil 4, 8).

Fonte: Dom Aloísio Roque Oppermann – Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)

 

  

A vida é escola

Lições das perdas

 

“Às vezes aquilo que é mandado para te destruir serve para te fortalecer”. Nestes dias em que vivi a perda do meu pai Aniceto Battisti, que morreu esta semana aos 92 anos, percebi que o perdemos quase sem se dar conta que estávamos perdendo. Consciente da idade e a situação tranquila que o pai vivia, sem grandes complicações físicas, a minha esperança era que ele não nos deixaria sem completar mais um aniversário que estávamos preparando. A dor é sempre a primeira visitante a chegar e demora muito para sair desta casinha chamada coração. Nestes momentos difíceis, porém carregados de fé, amigos me escreveram: “O tempo passa e deixa marcas sem que possamos vê-lo ou senti-lo. Faz parte das nossas vidas sem ocupar espaço, e deixa um grande vazio quando leva alguém consigo. O tempo é sobretudo generoso, pois um dia leva também a nossa dor”. Claro que sim, porque toda a dor, todo sofrimento, a própria morte, já foi vencida por um único Homem no lenho da cruz. Aprendi que toda perda é dolorosa, mas nos ensina a viver sem esperar nada, a não ser a graça de saber perder. Confiar e acreditar a cada momento que tudo passa, só o amor permanece é um caminho de aprendizagem que dura a vida toda. Aceitar o amor doído em cada perda, não deixa de ser uma ginástica permanente diante do mistério da vida. Nestes dias de vazio e saudades um bispo me disse: “Sei, por experiência, que não importa a idade que ele tinha nem a que temos em situações assim: é sempre um acontecimento doloroso – melhor, doído, que toca lá no fundo do coração. Parece que rompe-se um elo com todo um passado, a tal ponto que a gente passa a entender o que é realmente ser órfão”.Sei que ninguém vive para perder, e ninguém é educado para viver as perdas e frustrações, principalmente diante da vida e da morte. Mas o que dizer diante da mentalidade de que o que vale é competir, é ser sempre o primeiro e aquele que leva vantagem em tudo? Como viver as vitórias e os fracassos mantendo a coragem e o entusiasmo de quem sabe aonde chegar? O que mais se vê são pessoas vivendo um exagerado sentimento de desgosto e inconformismo, quando são expostos a resultados negativos. Miguel de Cervantes dizia: “Quem perde seus bens perde muito; quem perde um amigo perde mais; mas quem perde a coragem perde tudo”. Por mais dura e penosa que sejam as perdas e podas, jamais perderei a coragem de lutar, mesmo sabendo que a vitória não dependerá só de mim mesmo e de minhas capacidades. A vida é uma escola, onde os fatos são mestres que não usam técnicas e nem dinâmicas para ensinar, apenas abrem espaço para encontrar caminhos e fazer escolhas, carregadas de renúncias e realizações. Por isso que nem sempre estamos preparados para aprender e às vezes incapazes de ler os fatos com os olhos da fé. A vida ensina que saber perder é um caminho a percorrer sempre, a fim de colher novas lições que jamais cairão no esquecimento. O sofrimento de quem perde não tem comparação com as alegrias e realizações em saber recomeçar sempre. Perdas e frustrações, vitórias e fracassos, podem ser sempre um enriquecimento, depende de como você os vive. Pai, obrigado por tudo.

Fonte: Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá

 

 

 

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