COMEMORAÇÕES DE UM ANO DA JMJ RIO 2013

As comemorações de um ano da JMJ no Rio serão realizadas de 15 a 27 de julho. A programação transcorre dentro do projeto Memória e Missão da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que visa celebrar o primeiro aniversário da JMJ Rio2013, recordando o encontro do Papa Francisco com os jovens do mundo inteiro e discernir as ações dos católicos diante dos desafios apresentados atualmente.

 

Serão catequeses, missões, exposição cultural, peregrinação das réplicas dos símbolos da JMJ, a cruz e o ícone de Nossa Senhora. A grande celebração será realizada no dia 26, sábado, na Quinta da Boa Vista, a partir das 13h. A missa presidida por Dom Orani será às 18h. O lançamento do livro de fotos da JMJ acontece no dia 27, domingo, às 17h30, no auditório do Ed. João Paulo II, 2º andar.

 

Divulgação

 

Desde o último dia 18 de junho, as redes sociais foram movimentas com a hashtag #1anoJMJRio. Os post no facebook.com/jornadamundialdajuventude motivavam o envio de fotos dos peregrinos e voluntários durante a JMJ.

 

Toda a cobertura é feita pela Rádio Catedral FM 106,7, com divulgação da programação, incentivo a interagir pelas redes sociais e a usar a #1anoJMJRio. O programa JMIX todas as quartas-feiras às 17h traz entrevistas, músicas, tudo para relembrar o mega evento. A WebTV Redentor também faz a cobertura do maior número possível de eventos dentro do período.

 

Cultura

 

Outra ação a ser lançada é a Semana Cultural Memória & Missão. Trata-se de uma exposição itinerante, que se inicia no Largo da Carioca, no dia 15 de julho, e percorre vários locais. A inauguração no dia 15, terça-feira, às 11h30, no Largo da Carioca, terá a presença do arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, bispos auxiliares, vigários episcopais e padres. Em torno da exposição, as paróquias irão organizar eventos, disponibilizar voluntários para conversar com o público. As paróquias vão fotografar as exposições e postar nas redes sociais usando a hashtag #1anoJMJRio.

 

Catequeses

 

O próximo dia 19 de julho, sábado, é dedicado às catequeses, missões e celebrações. Em vários locais do Rio de Janeiro, a programação neste dia começa 9h com a leitura orante de Mt 25,31-46. Às 9h30, serão realizadas as catequeses com o tema: Ano da Caridade: motivos e modos de bem vive-lo em nível pessoal e comunitário.

 

O tema visa orientar os jovens a dar testemunho de sua fé e esperança. "O mundo de nossos dias tem mostrado sinais de violência, de agressões explícitas ou veladas contra a vida, em especial a vida mais fragilizada. Qual deve ser, então, a resposta dos cristãos? Por que é tão importante a prática da caridade? Qual a importância da caridade atualmente? Num tempo em que o egoísmo atinge até mesmo a dimensão religiosa, o desejo de fazer o bem aos outros deve ser uma das maiores prioridades. Não basta sentir-se amado por Deus. É preciso ajudar os outros a igualmente se sentirem amados por Deus e pelos irmãos". A partir das 13h, os jovens iniciam uma atividade missionária, em local a ser escolhido. Às 18h, a celebração eucarística finaliza o dia. Neste dia, na Igreja Nossa Senhora Conceição, em Santa Cruz, haverá a visita das réplicas dos símbolos

 

Peregrinação dos símbolos

 

De 20 a 25 de julho, período de celebrações e missões, os sete vicariatos fazem sua programação, considerando que as réplicas dos símbolos vão seguir a seguinte agenda:

 

20/07 Suburbano

 

21/07 Leopoldina

 

22/07 Jacarepaguá

 

23/07 Sul

 

24/07 Norte

 

25/07 Urbano

 

Durante este período celebrativo, algumas datas se destacam. Programe-se:

 

Quartas-feiras - série de programas JuventudeMIX na Rádio Catedral FM 106,7, sempre às 17h, sobre o primeiro aniversário da Jornada.

 

15/07 – terça-feira. Inauguração da Semana Cultural (exposição de fotos) às 11h30, no Largo da Carioca

 

18/07 – sexta-feira. Bênção das réplicas dos símbolos por Dom Orani Tempesta, às 19h, na Praça da Medalha Milagrosa, Tijuca.

 

19/07 – sábado. Celebrações, catequeses e missões nos Vicariatos, a partir das 9h.Paróquia São paulo Apóstolo (3ª Forania)

 

20 a 25/7 – domingo a sábado, Continuação das celebrações, catequeses e missões nos Vicariatos.

 

26/7 – sábado, Celebração de ação de graças pela Jornada e compromisso missionário, na Quinta da Boa Vista, a partir de 13h.

 

27/7 – domingo. Lançamento do livro da JMJ, no auditório do 2º andar do Ed. João Paulo II, às 17h30

 

 

 


 

Que cristãos se libertem da vaidade, da sede de poder e dinheiro

 Na Igreja, existem pessoas que seguem Jesus por vaidade, sede de poder ou dinheiro: palavras de Francisco na missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta. Em sua homilia, o Papa se inspirou no Evangelho do dia, em que Jesus repreende a multidão por procurá-lo somente porque se saciou depois da multiplicação dos pães e dos peixes. O Papa faz a mesma reflexão aos fiéis, questionando se seguimos Cristo por amor ou por alguma vantagem. O próprio Jesus identifica três atitudes que não são positivas ao buscar Deus. A primeira delas é a vaidade, em especial a dos “dirigentes” que faziam esmolas ou jejuavam para aparecer, como pavões: “Esses dirigentes queriam aparecer, eles gostavam – para dizer a palavra justa – de envaidecer-se como verdadeiros pavões! Eram assim. E Jesus diz: ‘Não, isto não é bom. A vaidade não faz bem’. E algumas vezes, nós fazemos coisas tentando aparecer um pouco, buscando a vaidade. A vaidade é perigosa, pois logo nos faz cair no orgulho, na soberba, tudo acaba ali. E me faço a pergunta: como eu sigo Jesus? As coisas boas que faço, as faço escondidas ou gosto de aparecer?”. O Papa prosseguiu dizendo que pensa também nos pastores, porque “um pastor que é vaidoso não faz bem ao povo de Deus”: pode ser padre ou bispo, mas não segue Jesus se gosta da vaidade. Jesus também repreende a multidão por outra atitude: o poder: “Alguns seguem Jesus um pouco buscando o poder, mas não completamente cientes, um pouco inconscientemente, não? O caso mais evidente é João e Tiago, os filhos de Zebedeu, que pediam a Jesus a graça de ser primeiro-ministro e vice-primeiro-ministro na vinda do Reino. E na Igreja existem os que fazem escaladas. Quem quiser, que vá ao Norte e faça alpinismo: é mais saudável! Mas não venham na Igreja para fazer carreira! E Jesus repreende esses escaladores que buscam o poder”. “Os discípulos mudam somente com a vinda do Espírito Santo”, observou o Papa, acrescentando que o pecado na nossa vida cristã permanece e nos fará bem fazer a seguinte pergunta: “como eu sigo Jesus? Somente por Ele, até a Cruz, ou busco o poder e uso a Igreja, a comunidade cristã, a paróquia, a diocese para ter um pouco de poder?”. “A terceira coisa que nos afasta da retidão das intenções é o dinheiro”: “Os que seguem Jesus por dinheiro, com o dinheiro, tentam se aproveitar economicamente da paróquia, da diocese, da comunidade cristã, do hospital, do colégio… Pensemos na primeira comunidade cristã, que teve esta tentação: Simão, Ananias e Safira … Esta tentação houve desde o início, e conhecemos tantos bons católicos, bons cristãos, amigos, benfeitores da Igreja, inclusive com várias honorificências… tantos! Que depois se descobriu que fizeram negociações um pouco obscuras: se revelaram negociantes e ganharam dinheiro! Apresentavam-se como benfeitores da Igreja, mas ganhavam dinheiro e nem sempre dinheiro limpo”. Francisco então concluiu pedindo que o Espírito Santo nos dê a graça de caminhar atrás do Senhor com a retidão de intenções: somente por Ele. “Sem vaidade, sem ambição de poder e de dinheiro.”

Por Rádio Vaticano

 

 

 

 A esperança

 

A esperança é uma marca indelével em nosso coração, que nos leva a aspirar por felicidade, dando sentido verdadeiro para a vida. Não ter esperança é perder o sentido da vida e corroer a essência do existir com as atitudes do desespero. O desânimo pode endurecer nossos sentimentos e é um caminho seguro para terminar no desastre da vida, que pode chegar até o suicídio. A oração é a força para quem busca fortalecer sua esperança em Deus, indicando relacionamento com o Altíssimo. Acontece aí uma retomada de ânimo, de objetivos e de visão confiante no futuro. Espera quem insiste, como alguém que pleiteia direitos diante do juiz, conseguindo convencê-lo através da pertinência, da insistência e de cobrança. Como anda a esperança do brasileiro. O envolvimento com a cultura do desespero é constante. A violência por todos os lados reflete insegurança. E o momento dos conchavos políticos revela futuro promissor, ou a história vai ser sempre a mesma? Será que podemos esperar por um país mais humano, digno e de confiança? Não podemos prender os olhos nas tragédias da vida. Cada desgraça pode causar desânimo e desestímulo para a pessoa agir. Mesmo assim é importante contemplar a beleza da vida que enfrenta os desafios da esperança. É fundamental o desejo de continuar defendendo a vida na sua plenitude. A esperança deve dar sabor para a vida, coragem para a luta e determinação para vencer. Perder a capacidade de sonhar é não entender as palavras de Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5, 5). Não é qualquer esperança, como aquela só de ilusões e falsas promessas, mas que seja fundamentada nos princípios da vida. A verdadeira esperança vem de Deus, daquele que pode fazer das realidades inseguras um caminho de realização plena, ainda na terra, e a dimensão da eternidade feliz. Essa esperança cresce na medida de nossa confiança em Deus e na realização de seu projeto de vida na terra. Na eternidade não haverá mais esperança, porque a vida será toda no amor total de Deus.

 

Fonte:  Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba

 

 

 

 

Educar nos dias de hoje

 

Um filhote de leão precisa aprender poucas coisas de sua mãe, para se tornar um animal adulto bem sucedido: saber como atacar uma caça, de que jeito se defender dos perigos, como conviver com os da sua espécie. Já o homem é o mais complexo dos animais para aprender. Ao nascer nada sabe a não ser mamar. E seu aprendizado não se restringe a um poucos pontos iniciais. Para sobreviver e desenvolver suas enormes potencialidades, é obrigado a acrescentar conhecimentos novos e adaptar hábitos diferentes, para se tornar uma pessoa adulta, plenamente desenvolvida. Isso é tarefa permanente. E o mais difícil é que a educação precisa ser diferenciada, de acordo com as épocas novas que vão se sucedendo. Tempos houve em que uma oportuna chinelada punha a caminhada no rumo certo. Hoje tal expediente pode produzir efeitos contrários. Deve-se fixar que educação não se refere somente ao âmbito escolar. Mas se refere à família, à convivência social, à autoeducação. Poderíamos questionar a moderna educação, especialmente a praticada no Brasil, por alguns sintomas. Cito alguns. 1 – Nas instituições escolares, inúmeras vezes, a professora, em vez de ser centro de agradecimentos e ser considerada benfeitora, é maltratada, hostilizada, e não poucas vezes, morta. 2 – Numa postura de Santa Joana D’Arc sem causa, muitas mulheres engrossam as fileiras de assaltantes de Banco, assassinas covardes de cidadãos pacatos, só para obterem economias para a aquisição de drogas. 3 – Em vez de se canalizar as energias sexuais para o equilíbrio da vida familiar, faz-se a apologia oficial do sexo anárquico, com estímulo oficial para considerá-lo o grande objetivo da vida. 4 – O número de assaltos cruéis, de mortes de inocentes, de maus tratos contra o semelhante está numa espiral ascendente de fim imprevisível. 5 – O Deus Criador nem é lembrado nas grandes descobertas (p.ex. bóson de Higgs). É lembrado apenas quem descobriu, mas não quem criou. 6 – Muitos jovens de hoje, católicos, não casam mais na Igreja. Seria a porta aberta para novas uniões? Os outros noventa sintomas da educação incompleta os silencio. Mas é bom lembrarmos as Escrituras: “ocupem-se de tudo o que é verdadeiro, nobre, virtuoso ou que mereça louvor” (Fil 4, 8).

 

Fonte: Dom Aloísio Roque Oppermann – Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)

 

 

 

 

 A vida é escola

 

Lições das perdas

 

 “Às vezes aquilo que é mandado para te destruir serve para te fortalecer”. Nestes dias em que vivi a perda do meu pai Aniceto Battisti, que morreu esta semana aos 92 anos, percebi que o perdemos quase sem se dar conta que estávamos perdendo. Consciente da idade e a situação tranquila que o pai vivia, sem grandes complicações físicas, a minha esperança era que ele não nos deixaria sem completar mais um aniversário que estávamos preparando. A dor é sempre a primeira visitante a chegar e demora muito para sair desta casinha chamada coração. Nestes momentos difíceis, porém carregados de fé, amigos me escreveram: “O tempo passa e deixa marcas sem que possamos vê-lo ou senti-lo. Faz parte das nossas vidas sem ocupar espaço, e deixa um grande vazio quando leva alguém consigo. O tempo é sobretudo generoso, pois um dia leva também a nossa dor”. Claro que sim, porque toda a dor, todo sofrimento, a própria morte, já foi vencida por um único Homem no lenho da cruz. Aprendi que toda perda é dolorosa, mas nos ensina a viver sem esperar nada, a não ser a graça de saber perder. Confiar e acreditar a cada momento que tudo passa, só o amor permanece é um caminho de aprendizagem que dura a vida toda. Aceitar o amor doído em cada perda, não deixa de ser uma ginástica permanente diante do mistério da vida. Nestes dias de vazio e saudades um bispo me disse: “Sei, por experiência, que não importa a idade que ele tinha nem a que temos em situações assim: é sempre um acontecimento doloroso – melhor, doído, que toca lá no fundo do coração. Parece que rompe-se um elo com todo um passado, a tal ponto que a gente passa a entender o que é realmente ser órfão”.Sei que ninguém vive para perder, e ninguém é educado para viver as perdas e frustrações, principalmente diante da vida e da morte. Mas o que dizer diante da mentalidade de que o que vale é competir, é ser sempre o primeiro e aquele que leva vantagem em tudo? Como viver as vitórias e os fracassos mantendo a coragem e o entusiasmo de quem sabe aonde chegar? O que mais se vê são pessoas vivendo um exagerado sentimento de desgosto e inconformismo, quando são expostos a resultados negativos. Miguel de Cervantes dizia: “Quem perde seus bens perde muito; quem perde um amigo perde mais; mas quem perde a coragem perde tudo”. Por mais dura e penosa que sejam as perdas e podas, jamais perderei a coragem de lutar, mesmo sabendo que a vitória não dependerá só de mim mesmo e de minhas capacidades. A vida é uma escola, onde os fatos são mestres que não usam técnicas e nem dinâmicas para ensinar, apenas abrem espaço para encontrar caminhos e fazer escolhas, carregadas de renúncias e realizações. Por isso que nem sempre estamos preparados para aprender e às vezes incapazes de ler os fatos com os olhos da fé. A vida ensina que saber perder é um caminho a percorrer sempre, a fim de colher novas lições que jamais cairão no esquecimento. O sofrimento de quem perde não tem comparação com as alegrias e realizações em saber recomeçar sempre. Perdas e frustrações, vitórias e fracassos, podem ser sempre um enriquecimento, depende de como você os vive. Pai, obrigado por tudo.

 

Fonte: Dom Anuar Battisti – Arcebispo de Maringá

 

 

 

 

 PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE

NOSSA SENHORA APARECIDA 

 

 Venha e traga sua família!!!!! 

 

 

CAMPANHA DO AGASALHO E COBERTOR

 

  Os Vicentinos pedem a sua ajuda

para a Campanha dos Agasalhos e Cobertores deste ano

Ajude doe um agasalho ou cobertor!!!!!

 

   

CELEBRAÇÃO DE 1 ANO DE JMJ RIO 2013

   

 

       

GRUPO DA COSTURA

 

 CINEPASCOM

CINEMA DA PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO

  

 

MISSA DO QUILO

 

 

 

 

 MACARRÃO DA SOLIDARIEDADE

   

 Sempre no segundo sábado de cada mês

Ponto de encontro às 19h no pátio do colégio Guido

(transferido para o dia 19 de julho (sábado) às 19h) 

 

 

TERÇO NAS CASAS TRÍADE

 

 

 

Momento de oração em comunidade

Venha fazer parte deste Grupo!!!

 

 

 

 

 

  

TERÇO DOS HOMENS

 

Momento onde os Homens rezam juntos o Terço

Venha participar você também!!!

 

PASTORAL DOS COROINHAS

 

 Maiores informações todo domingo

com a Glauciane ou com a Pascom

2ª andar da Paróquia

no horário da manhã

  

 OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA

 

 

 

 

 

PASTORAL DA SAÚDE

  

Venha participar você também desta Pastoral

Coordenação Arthur

 

 

 GRUPO TRÍADE

 

 Todo sábado às 18h30min

no 2ª andas da Igreja

Venha conhecer !!!!

 

PASTORAL DA COMUNICAÇÃO

 

  Envie sua sugestão

para a Pascom da Paróquia

através do email

pascomsaopauloapostolorj@yahoo.com.br

 

 

PASTORAL DA CRISMA

 

Venha você também participar desta linda família

Jovens e adultos!!!

 

Colocar-se no lugar do outro: a empatia

O valor da empatia ajuda a reavivar o interesse pelas pessoas que nos cercam e, dessa maneira, desenvolver relações interpessoais harmônicas, pois às vezes as preocupações e a correria do dia a dia nos levam a centrar-nos em nós mesmos e a tornar-nos indiferentes diante dos outros. Você realmente conhece as pessoas com as quais convive? Procura escutá-las e ajudá-las? Sabe o que sentem e o que pensam? A indiferença e o individualismo são alguns dos males da nossa época, e por isso é frequente esquecer que ao nosso lado há seres humanos iguais a nós. A empatia é um valor que otimiza as relações, promovendo uma convivência saudável, seja na família, no trabalho ou no convívio social. O que é a empatia? Empatia é a habilidade de colocar-se no lugar do outro para entender suas necessidades, sentimentos e problemas. Para adquiri-la, é preciso escutar ativamente as pessoas e captar suas emoções, para assim chegar a uma relação próxima e compreensiva. A empatia permite a compreensão das emoções e atos alheios, sem ter necessariamente que concordar com os outros. Esta virtude também requer aprender a afastar-se do “eu” (meus pretextos, razões, ideias, pensamentos) para saber pensar a partir da ótica do outro. Esta aprendizagem leva à ampliação das percepções e evita que julguemos os outros fechando-nos em um ponto de vista. Daniel Goleman, autor pioneiro de temas relacionados à inteligência emocional, explica que “a consciência de si mesmo é a faculdade sobre a qual se constrói a empatia, já que, quanto mais abertos nos encontremos às nossas próprias emoções, maior será nossa destreza na compreensão dos sentimentos dos outros”. A empatia permite conhecer e compreender melhor as pessoas por meio da convivência cotidiana; dessa forma, é possível melhorar as relações familiares, obtendo uma maior colaboração e entendimento entre todos; com o parceiro(a), a relação se torna cada vez mais estável e alegre; com os amigos, garante uma amizade duradoura; com os conhecidos, abre a possibilidade de novas amizades; no trabalho, ajuda a ser mais produtivo, gera interesse pelos colegas. As pessoas que desenvolveram um bom nível de empatia são capazes de “adivinhar” o que os outros estão sentindo, pois se antecipam às suas necessidades e sabem identificar as oportunidades comunicativas que as outras pessoas lhes oferecem. Então, a empatia é a capacidade de vivenciar a maneira como a outra pessoa sente, o que leva a uma maior compreensão do seu comportamento e da sua forma de tomar decisões. Como ser empáticos? Viver este valor é simples quando a pessoa se empenha em pensar um pouco mais nos outros e age em coerência com isso. Portanto, é preciso cuidar dos detalhes que reafirmarão este valor: - Procurar sorrir sempre, pois isso gera um ambiente de confiança e cordialidade. A serenidade que se manifesta desarma até o mais exaltado. - Dar prioridade aos assuntos dos outros e depois aos próprios. Após ter escutado, a pessoa que se aproximou certamente terá a capacidade de entender nossa situação e estado emocional, e assim estará disposta a ajudar-nos. - Não é recomendável fazer um julgamento prematuro das pessoas. Quando alguém se aproxima de nós, possivelmente é porque precisa de alguém para conversar. - Caso não seja o momento adequado, por falta de tempo ou outras razões, é preciso expressar-se com cortesia e delicadeza (o que também é empatia); assim, as pessoas se sentirão igualmente atendidas. No entanto, não se deve deixar passar muito tempo para conversar com a pessoa. - Evitar demonstrar pressa, tédio, cansaço, nem dar respostas taxativas ou distrair-se em outras coisas enquanto se está em uma conversa. - Alguns gestos amáveis são demonstrações de carinho que podem valer o mesmo ou mais que as palavras, sobretudo quando a pessoa passa por um mal momento. Concluímos dizendo que a empatia é um valor indispensável em todos os aspectos da vida, permite enriquecer as relações interpessoais e ao mesmo tempo cultivar outros valores, como confiança, solidariedade, amizade, compreensão, generosidade, respeito e comunicação.

Por ArqRio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.redentor.tv.br/